quinta-feira, 30 de agosto de 2018

O Deus da Agricultura Provou Cem Ervas

Na antiguidade remota a vida era extremamente dura. Para sobreviverem os homens eram constantemente obrigados a caçar animais, pássaros e frutos silvestres, desafiando íngremes montanhas, transpondo largos rios, suportando frios rigorosos do inverno e calores ardentes no verão, e correndo incalculáveis riscos.

No entanto, nesses tempos, não existiam doenças razão pela qual, ninguém adoecia.

Qual então a razão que a humanidade começou a sofrer de tantas diversas pestes e todas as demais enfermidades que se têm vindo a arrastar até aos dias atuais? A história para este questionamento encontra-se no mito abaixo:

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Ares, Senhor da Guerra


Ares (em grego: Ἄρης; transl.: Árēs), na mitologia grega, é filho do famoso Zeus (o soberano dos deuses) e Hera. Ares foi muito cultuado em Esparta, uma das mais importantes Cidades-Estados da Grécia antiga. Embora muitas vezes tratado como o deus olímpico da guerra, ele é mais exatamente o deus da guerra selvagem, ou sede de sangue, ou ainda, a matança personificada.

Embora importante na poesia, Ares era raramente incluído no culto na Grécia antiga, salvo em Esparta, onde ele era propiciado antes da batalha, e, embora implicado no mito de fundação de Tebas, ele apareceu em poucos mitos.

Religiões são, por definição, metáforas, apesar de tudo: Deus é um sonho, uma esperança, uma mulher, um escritor irônico, um pai, uma cidade, uma casa com muitos quartos, um relojoeiro que deixou seu cronômetro premiado no deserto, alguém que ama você – talvez até, contra todas as evidências, um ente celestial cujo único interesse é assegurar-se que o seu time de futebol, o seu exército, o seu negócio ou o seu casamento floresça, prospere e triunfe sobre qualquer oposição. Religiões são lugares para ficar, olhar e agir, pontos vantajosos a partir dos quais se observa o mundo.
Neil Richard Gaiman

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Nü Wa, a Deusa que Criou a Humanidade e Remendou o Céu


A lenda de Pan Gu, o criador do universo, conta que após a morte de Pan Gu, o seu espírito deu origem à humanidade. Existe no entanto outra lenda que relata ter sido Nü Wa, uma bondosa e gentil deusa, a criadora da humanidade, tendo também sido ela quem, trabalhando exaustivamente em desafio, remendou o céu que tinha sido destruído - contribuindo assim largamente para a sobrevivência e felicidade da raça humana. Esta história prossegue da seguinte forma:

Após a criação do universo, a deusa Nü Wa encetou longas viagens por todas as partes mais recônditas do firmamento e da terra. No majestoso céu, o sol, a lua e as estrelas competiam em esplendor; no poderoso mundo, altas montanhas, longos rios, luxuriante vegetação, viçosas árvores, alegres animais, cantoras aves, irrequietos peixes, enfim... Tudo, aparentava vigor e pujança. A deusa sentiu-se rejubilante com tudo quanto viu, todavia, sentiu ainda haver algo insuficiente. Sim, era necessário criar um ser mais inteligente que tudo e todos, capaz não só de trabalhar mas também de administrar o mundo. Por mais perfeito que fosse o universo, por maior variedade de espécies vivas que tivesse o mundo, era finalmente essencial criar um elo de ligação entre todas as coisas a ser conseguido através de raça humana. 

Pan Gu, o criador do universo

Muitos, muitos anos atrás, antes do princípio do céu, da terra e da humanidade, o Universo constituía uma massa negra que se assemelhava a um grande ovo dentro do gual se encontrava em crescimento e dormia a sono solto um gigantesco embrião chamado Pan Gu.

Passados cerca de 18 mil anos, Pan Gu começou a acordar. Quando finalmente abriu os olhos e se pôs a olhar em volta descobriu que tudo era tão negro que não conseguia distinguir nada. Isso o aborreceu muito, tanto que, acabando por ficar enraivecido, abriu a palma de sua enorme mão e brandindo seu colossal braço, desferiu um golpe violento na confusão negra que o rodeava.

Atena, Senhora da Guerra e da Sabedoria.


Atena (no grego ático: Αθηνά, transl. Athēnā ou Aθηναία, Athēnaia), também conhecida como Palas Atena (Παλλάς Αθηνά) é, na mitologia grega, a deusa da civilização, da sabedoria, da estratégia em batalha, das artes, da justiça e da habilidade.

Domínios: Artes bélicas, Heroísmo, Conselho, Cerâmica, Tecelagem, Azeitona & Azeite.
Animais: Mocho-galego, Coruja-buraqueira, Corvo, Cobra.
Plantas: Oliveira.
Símbolos: Elmo grego, Égide (armadura de pele de cabra), Lança.

Hades, Temível Senhor do Submundo.


Hades (em grego antigo: Ἅιδης ou Άͅδης, transl. Haides ou Hades ), na mitologia grega, é o deus do mundo inferior e dos mortos.

Domínios: Rei do submundo, dos Mortos, Morte

Animais: Megascops (Coruja-do-mato), Carneiros negros e Touros.

Plantas: Asfódelo, Menta, Álamo-branco, Narciso, Cipreste

Símbolos: Cornucópia, Bastão com ponta de pássaro (ou bidentado), Elmo da Invisibilidade, duas lanças dentadas.

Ofertas: Não recebe sacrifícios. [Faça ofertas ctônicas, como libações do tipo khoe, onde se verte todo o líquido no chão.]

O Salgueiro.

Não há desmerecimento às outras árvores quando o salgueiro é referido como sagrado, pois a árvore carrega este título desde tempos lo...